Agora eu vou falar um pouquinho de mim e dos meus amores
aqui em casa. Moro com cinco lindos gatinhos, cada um tem uma
história diferente, e ai vai!
Todos meus amores aqui de casa foram pegos em situação de
risco ou achados abandonados na rua o que não deixa de ser uma
situação de risco. A mais velha é mais velha que eu, foi a primeira
gata que minha mãe operou (ela é formada em veterinária). A Neide
(ou Choco) tem cerca de 17 anos, eu nasci ela já era adulta. Enfim
minha mãe operou a gata e não quis devolve-la pra rua. Procurou
alguém que quisesse um gato, não encontrou ninguém e ela se juntou
a família então. Eu literalmente conheço ela desde que nasci. E ela
ta inteirona ein!
Mudamos pra um ap. e chegando aqui achamos uma gatinha
mestiça de siamesa no meio de copacabana, pele e osso, estava com
uns 3 ou 4 dentes apenas que cairam e hoje está com apenas um.
Junina, é a gata mais doce que já tive contato. Ela de fato deve
ter sofrido muito, apanhado, pois até hoje quando vamos fazer um
carinho, por mais que ela ja tenha nos cheirado, ela se encolhe e
só depois ela se acalma. Mas ela adora passar o cheiro dela em
todos. Ela quase se foi quando chegou aqui, estava numa
situação deplorável e já era adulta, ou seja ela não chegou no meio
de copacabana sozinha. Mas hoje está linda saudável e com
disposição. Obs.: Os olhos ai de cima são dela!
Mais tarde veio o Bóris, vulgo bebê. Amiga nossa achou ele
abandonado num sacolão. O apelido bebê veio do fato de ele adorar
um colo. É o único gato que eu já vi ronrronar tanto e ficar tão
relaxado no colo! Ele teve alguns problemas de saúde e de imunidade
emagreceu muito, mas se recuperou, hoje está lindo e com pelo
brilhoso!
Veio então O Rosnildo, éee... Ele foi dificil. Largaram
ele filhote no meio da rua. Aaah ele é o gato origem do gato
tigrado (foto do perfil!). Ele é muito arisco e o resgate dele
foi muito difícil, estava próximo a uma rua muito movimentada e
ficamos com medo de ser atropelado. Mas conseguimose hoje ele
cresceu e está lindo como vocês podem ver na foto!
Por último veio o que até então acreditavamos ser o
Chiquinho. Minha avó a achou na lata do lixo, bebê de olho fechado
ainda. Maldade né? Só tava ela, ai vem o preconceito ela é uma gata
esguia e com um pelo preto sedoso e brilhante. Minha avó não
encherga bem, pensou ser uma macho. Chegando aqui vimos ser uma
menina, de Chico foi pra Chica, foi pra Tica e como ela é muito
pequena mesmo já tendo quase três anos foi pra Maria Francisca, mas
óbvio que a gente chama por Tica.
Enfim, espero que a história dos bichanos aqui de casa
sirva pra coincientizar as pessoas de que adotar é um ato de amor e
que traz felicidade pra ambas as partes. Eles me fazem muito feliz
e se divertem aqui o tempo todo, inclusive agora a Tica tentando
brincar com o teclado. Falo logo erros de português foi ela!!!
Rs.